terça-feira, 22 de setembro de 2009

Processo de Crucificação - Parte 2 (final)

Como prometido, voltarei a falar sobre o processo de crucificação, nesta postagem analisaremos de forma mais profunda os parâmetros da crucificação.


A Crucificação pode ser definida resumidamente no processo de negar a si mesmo.


* Humilhação
: É o processo de renunciar a reputação com o objetivo de tratar responsavelmente dos pecados, feridas e causas de maldição. Aqui é o ponto mais penetrante do conflito quando o orgulho tenta impor-se das maneiras mais variadas possíveis: desde um pretexto sutil e plausível de esquivar-se até uma rebelião agressiva. A primeira perspectiva de libertação vem de uma atitude de humilhação.

* Confissão: É o processo de expor a uma outra pessoa o pecado, de forma pessoal ou intercessória. Este é o principio da colisão (bater de frente com o pecado, confrontar). É neste momento que a luz dissipa as trevas, que os anjos golpeiam os demônios e que a cruz triunfa sobre as maldições comunicando os milagres de Deus e purificando a atmosfera espiritual.

* Arrependimento:
Arrependimento não é convicção do pecado. A convicção do pecado faz parte do processo de arrependimento. Arrependimento também não é confissão. A confissão é apenas um outro passo extremamente importante em direção do arrependimento. Arrependimento se consuma na mudança, ou seja, não é apenas convicção ou confissão, é mudança, transformação de motivação e comportamento. "O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia." Pv. 28;13

* Perdão:
Sem perdoar não podemos ser perdoados. Perdoar é um processo de enfrentar responsavelmente nossas feridas e ressentimentos. O perdão não é um sentimento, é um mandamento. Ele não brota do nada em nossas vidas, antes antes é um resultado de um perseverante processo de escolher o caminho da cruz. Quando realmente precisamos perdoar alguém, não iremos "sentir um desejo de perdoar", vamos na verdade sentir um desejo de esganar a pessoa que nos injustiçou. Precisamos renunciar estes sentimentos e ressentimentos perdoando a pessoa. Só da cruz é que podemos dizer: "Pai perdoa-os porque não sabem o que fazem".

* Renúncia:
É o processo complementar do arrependimento e confissão no sentido de desfazer e anular pactos, alianças, acordos, pedidos, rezas, crenças, etc. em relação às entidades demoníacas.

* Restituição:
É o processo de desfazer barreiras, devolver e restaurar aquilo que foi danificado, subtraído ou defraudado na vida de outras pessoas. Em se tratando de restituição, pecado oculto (na esfera dos pensamentos) se confessa ocultamente a Deus; pecado pessoal confessa-se pessoalmente, com a pessoa lesada; pecado público se confessa publicamente. Esta é a mais poderosa e eficaz arma para libertar a consciência.

* Reconciliação:
É o processo de desfazer as barreiras. A reconciliação geralmente engloba todos os aspectos mencionados anteriormente com o objetivo de reatar pessoalmente ou intercessoriamente relacionamentos rompidos e marcados por fortes barreiras de amargura, ressentimento, ódio, vingança, etc.


Todo evangelista ou evangelizador, precisa passar pela cruz de Cristo, que é a mais poderosa arma de libertação. Deus tem falado muito comigo a respeito de crucificação, de morte para nosso "EU". Estes são os 7 passos para a crucificação, passe pela cruz, assim poderemos afirmar como Paulo "Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim." (Gálatas 2;20)


Existe mais uma arma da Cruz, a Intercessão mas esse é um assunto para uma outra postagem...


Que Deus os abençoe grandemente!

domingo, 20 de setembro de 2009

Qual é o Preço da liberdade?



Bom pessoal, antes de postar a 2° parte do processo de crucificação, tenho que contar algo que acabei de perceber de forma mais intensa...

Hoje, domingo com cara de domingo... estava eu sentado no muro da minha varanda, quando de repente alguns passarinhos pousaram na grama e começaram a comer uns grãozinhos... fiquei olhando, olhando... refleti sobre a liberdade dos pássaros...

Temos um pássaro aqui em casa, uma ave média que tem "tudo o que quer" (rsrsr) é mais bem tratado do que eu, inclusive (rsrs). Come mamão fresquinho quase todos os dias, laranja, água, vitamina (para pássaros), ração... Mas pq as aves soltas parecem ser muito mais felizes e cantam muito mais, mesmo tendo que caçar "o pão de cada dia"?

Eu Cheguei a uma conclusão: NADA PAGA O PREÇO DA LIBERDADE ! SEJAM LIVRES E FELIZES !

OBs. essa reflexão serviu pra muita coisa na minha vida... observem os pássaros...